Uma das festas cristãs mais aguardadas e amadas pelos fiéis, o Natal, celebra o nascimento de Jesus Cristo, o momento único em que Deus se fez homem para redimir a humanidade de seus pecados.


Com a proximidade da data, as crianças do Maternal I do Instituto São José aprenderam os detalhes dessa passagem histórica em uma contação de história muito bonita.


De forma lúdica, conhecendo melhor o cristianismo, os pequenos aprendem e internalizam, desde cedo, a importância de valores como a justiça, verdade, obediência, gratidão, honestidade e, principalmente, o amor a Deus e ao próximo.



Umas das fórmulas mais conhecidas, o quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos é o famoso Teorema de Pitágoras. Parece complicado, mas para os estudantes do Instituto São José, o entendimento desse método milenar que proporcionou muitos avanços à humanidade foi resultado de uma dupla infalível, a teoria e a prática.


“Existem diversas aplicações para o teorema na nossa realidade. Pensando nisso, propus aos alunos um trabalho chamado de Laboratório em casa, por meio do qual eles puderam observar e aplicar o teorema de Pitágoras em objetos e/ou locais em suas residências de maneira que compreendessem essa aplicabilidade como um todo”, explica a docente Crisley Moraes.


Além de desvendarem os segredos desse teorema milenar, os estudantes do 8º ano se divertiram aplicando a matemática no dia a dia e confirmando uma das mais famosas frases do filósofo e matemático grego que dizia que todas as coisas são números!

No Dia da Consciência Negra, o Instituto São José promoveu uma live educativa para ajudar as pessoas a identificarem, em si próprias, práticas de racismo no cotidiano.

O evento, muito esclarecedor, conseguiu tratar do tema com muita seriedade e leveza, ajudando na desconstrução de práticas tão enraizadas que acabam, muitas vezes, sendo repetidas intuitivamente.


O coordenador e historiador, Antônio Guilherme, e a professora de História, Keila Vila Flor, fizeram uma caricatura das situações mais comuns do racismo sutil a serem corrigidas e expuseram posturas condenáveis que reforçam o racismo estrutural.


Os educadores ressaltaram a importância das pessoas refletirem sobre a história brasileira de sequestro, trabalhos forçados e outra violências a africanos e seus descendente. “O Dia da Consciência Negra existe para celebrar a existência do povo preto em um país que sempre tentou apagá-lo”, explicou Keila.


A dupla lembrou que todos somos racistas em alguma medida, porque o racismo é uma construção social. Um exemplo disso, são obras como livros, filmes e dramaturgia em geral, onde só pessoas brancas protagonizam histórias felizes. “O racismo não é velado, mas sutil”, lembraram.


As críticas às exigências do comportamento politicamente correto também foram abordadas. “Pessoas costumam reclamar que o mundo está ficando chato sem se darem conta de que trata-se de construir uma noção de limite social e respeito. Muitas vezes essas críticas vêm dos que têm dificuldade de ouvir não. É preciso policiar o comportamento para desconstruir o racismo”, comentou a professora.


Perguntar, dialogar e informar-se sobre o tema é fundamental para combatermos esta cultura tão nociva à sociedade.


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